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Erasmus+

EU programme for education, training, youth and sport
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No entanto, pode descarregar o guia completo para 2023 na língua que escolher em formato PDF clicando em «Download» à direita desta página.

Países elegíveis

Os Estados-Membros da UE participam no Programa Erasmus+. Além disso, em conformidade com o artigo 16.º do Regulamento Erasmus+, existem os seguintes países terceiros associados ao Programa1 :

  • membros da Associação Europeia de Comércio Livre (EFTA) que são membros do Espaço Económico Europeu (EEE): Noruega, Islândia e Listenstaine,
  • países aderentes, países candidatos e potenciais candidatos à adesão: Macedónia do Norte, Turquia e Sérvia.

Os Estados-Membros da UE e os supramencionados países terceiros associados ao Programa são a seguir designados por «Estados-Membros da UE e países terceiros associados ao Programa».

Além disso, em conformidade com o artigo 17.º do mesmo regulamento, as entidades de outros países terceiros não associados ao Programa podem ser elegíveis em ações Erasmus+ em casos devidamente justificados e se tal for do interesse da União (a seguir designados por «países terceiros não associados ao Programa»).

Estados-membros da ue e países terceiros associados ao programa

Os países indicados a seguir podem participar plenamente em todas as ações do Programa Erasmus+:

Estados-membros da união europeia (ue)2

Bélgica, Bulgária, Chéquia, Dinamarca, Alemanha, Estónia, Irlanda, Grécia, Espanha, França, Croácia, Itália, Chipre, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Hungria, Malta, Países Baixos, Áustria, Polónia, Portugal, Roménia, Eslovénia, Eslováquia, Finlândia, Suécia

Países terceiros associados ao programa3

  • Macedónia do Norte 
  • Sérvia
  • Islândia
  • Listenstaine
  • oruega
  • Turquia

Países terceiros não associados ao programa

Os seguintes países podem participar em determinadas ações do Programa, sob reserva de condições ou critérios específicos (para mais informações, consultar a parte B do presente Guia). Será atribuído financiamento a organizações de países dentro dos respetivos territórios tal como reconhecidos pelo direito internacional. Os candidatos e os participantes devem respeitar quaisquer restrições impostas pelo Conselho Europeu à política de assistência externa da UE. As candidaturas necessitam estar de acordo com os valores defendidos pela União Europeia, nomeadamente o respeito pela dignidade humana, liberdade, democracia, igualdade, Estado de direito e respeito pelos direitos humanos, incluindo os direitos das minorias, conforme estabelecido no artigo 2.º do Tratado da União Europeia.

Os países terceiros não associados ao Programa a seguir enumerados são reagrupados de acordo com os instrumentos da ação externa da UE, nomeadamente o Instrumento de Vizinhança, de Cooperação para o Desenvolvimento e de Cooperação Internacional (IVCDCI – Europa Global)4  e o Instrumento de Assistência de Pré-Adesão (IPA III)5

Região dos balcãs ocidentais (região 1)

Albânia, Bósnia-Herzegovina, Kosovo6 , Montenegro

Países da vizinhança oriental (região 2)

Arménia, Azerbaijão, Bielorrússia, Geórgia, Moldávia, território da Ucrânia tal como reconhecido pelo direito internacional

Países do mediterrâneo meridional

(Região 3)7

Argélia, Egito, Israel, Jordânia, Líbano, Líbia, Marrocos, Palestina8 , Síria, Tunísia

Federação da rússia (região 4)

Território da Rússia, tal como reconhecido pelo direito internacional

Região 5

Ásia9

Bangladexe, Butão, Camboja, China, Filipinas, Índia, Indonésia Laos, Malásia, Maldivas, Mongólia, Mianmar/Birmânia, Nepal, Paquistão, Coreia do Norte, Seri Lanca, Tailândia e Vietname

Países de rendimento elevado: Brunei, Coreia, Hong Kong, Japão, Macau, Singapura e Taiwan

Região 6

Ásia central10

Afeganistão, Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turquemenistão, Usbequistão

Região 7

Médio oriente

Iémen, Irão, Iraque

Países de rendimento elevado: Arábia Saudita, Barém, Catar, Emirados Árabes Unidos, Koweit, Omã

Região 8

Pacífico11

Ilhas Cook, Fiji, Quiribáti, Ilhas Marshall, Micronésia, Nauru, Niuê, Palau, Papua-Nova Guiné, Samoa, Ilhas Salomão, Timor-Leste, Tonga, Tuvalu, Vanuatu

Países de rendimento elevado: Austrália, Nova Zelândia

Região 9 áfrica subsariana12 13

Angola, Benim, Botsuana, Burquina Fasso, Burundi, Camarões, Cabo Verde, República Centro-Africana, Chade, Comores, Congo, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Jibuti, Guiné Equatorial, Eritreia, Essuatíni, Etiópia, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Quénia, Lesoto, Libéria, Madagáscar, Maláui, Mali, Mauritânia, Maurícia, Moçambique, Namíbia, Níger, Nigéria, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Senegal, Seicheles, Serra Leoa, Somália, África do Sul, Sudão do Sul, Sudão, Tanzânia, Togo, Uganda, Zâmbia, Zimbabué

Região 10

América Latina

Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela

Região 11

Caraíbas14

Antígua e Barbuda, Baamas, Barbados, Belize, Cuba, Domínica, República Dominicana, Granada, Guiana, Haiti, Jamaica, São Cristóvão e Neves, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Suriname e Trindade e Tobago

Região 12

EUA e Canadá

Estados Unidos da América, Canadá

Os países terceiros não associados ao Programa a seguir enumerados não estão abrangidos pelos instrumentos da ação externa:

Região 13

Andorra, Estado da Cidade do Vaticano, Mónaco, São Marinho

Região 14

Ilhas Faroé, Suíça, Reino Unido

Para mais informações, consultar a descrição detalhada das ações do Programa na parte B do presente Guia. 

Requisitos relativos a vistos e autorizações de residência

Os participantes em projetos Erasmus+ podem precisar de obter um visto para permanecerem no estrangeiro nos Estados-Membros da UE e nos países terceiros associados ao Programa ou nos países terceiros não associados ao Programa que acolhem a atividade. É da responsabilidade de todas as organizações participantes assegurar que as autorizações necessárias (autorizações de residência ou vistos para estadas de curta ou longa duração) estão em ordem antes de a atividade planeada ocorrer. Recomenda-se vivamente que as autorizações sejam pedidas com a devida antecedência às autoridades competentes, uma vez que o processo pode demorar várias semanas. As agências nacionais e a Agência de Execução podem prestar mais aconselhamento e apoio em matéria de vistos, autorizações de residência, segurança social, etc. O Portal de Imigração da UE contém informações gerais sobre os vistos e autorizações de residência tanto para estadas de curta como de longa duração: https://ec.europa.eu/immigration/node_pt-pt

  • 1 Sob reserva da assinatura dos acordos de associação entre a União Europeia e estes países.
  • 2 Nos termos do artigo 33.º, n.º 2, da Decisão (UE) 2021/1764 do Conselho de 5 de outubro de 2021 relativa à associação dos países e territórios ultramarinos à União Europeia, incluindo as relações entre a União Europeia, por um lado, e a Gronelândia e o Reino da Dinamarca, por outro (Decisão relativa à Associação Ultramarina, incluindo a Gronelândia) (EUR-Lex - 32021D1764 - EN - EUR-Lex (europa.eu), a União deve assegurar que as pessoas e as organizações dos países e territórios ultramarinos (PTU) possam participar no Erasmus+, estando sujeitas às regras do programa e às disposições aplicáveis ao Estado-Membro a que esses PTU estão ligados. Tal significa que as pessoas e as organizações de PTU participam no programa com o estatuto de pertencente a um «Estado-Membro da UE ou país terceiro associado ao Programa», sendo o «Estado-Membro da UE ou país terceiro associado ao Programa» o Estado-Membro ao qual estão ligados. A lista dos PTU pode ser consultada em: https://ec.europa.eu/international-partnerships/where-we-work/overseas-countries-and-territories_en.
  • 3 Sob reserva da assinatura dos acordos de associação entre a União Europeia e estes países.
  • 4 Jornal Oficial L 209/2021 (europa.eu).
  • 5 https://eur-lex.europa.eu/eli/reg/2021/1529.
  • 6 Esta designação não prejudica as posições relativas ao estatuto e está conforme com a RCSNU 1244 e com o parecer do TIJ sobre a declaração de independência do Kosovo.
  • 7 Os critérios de elegibilidade formulados na Comunicação da Comissão 2013/C-205/05 (JO C 205 de 19.7.2013, p. 9) são aplicáveis a todas as ações levadas a cabo ao abrigo do presente Guia do Programa, incluindo no que se refere a terceiros que recebem apoio financeiro nos casos em que a ação por eles desenvolvida envolve apoio financeiro a terceiros por intermédio de beneficiários de subvenções nos termos do artigo 204.º do Regulamento Financeiro da UE.
  • 8 Esta designação não deve ser interpretada como um reconhecimento do Estado da Palestina e não prejudica as posições de cada Estado-Membro quanto a esta questão.
  • 9 Os países menos desenvolvidos entre estes países podem ser consultados em: DAC-List-ODA-Recipients-for-reporting-2021-flows.pdf (oecd.org).
  • 10 Conforme acima mencionado.
  • 11 Conforme acima mencionado.
  • 12 Conforme acima mencionado.
  • 13 Os países a seguir enumerados são os principais países terceiros não associados ao Programa prioritários em termos de migração: Burquina Fasso, Burundi, Etiópia, Gâmbia, Costa do Marfim, Guiné, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, Senegal, África do Sul, Sudão do Sul, Sudão.
  • 14 Os países menos desenvolvidos entre estes países podem ser consultados em: DAC-List-ODA-Recipients-for-reporting-2021-flows.pdf (oecd.org).